quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Este tema tem o apoio da Empresa RESIVALOR tecnologias ambientais e gestão de residuos

A RESIVALOR é uma das Empresas que já actuam na área do concelho, apoiando as empresas da restauração e bebidas na recolha de óleos usados e outros materiais recicláveis, bem como divulgando entre a população, a necessidade de boas práticas ambientais.

2 comentários:

Zé de Fora disse...

Noticias do ruído, por "Zé de Fora"

A Câmara recuou na aplicação de uma ideia inicial de que:
QUEM QUER SILÊNCIO PAGA!

O uso de tampões para os ouvidos vão passar, como medida compensatória para a população, a estar isentos de taxas camarárias.

Os proprietários dos bares ruidosos, reagiram à polémica do ruído, propondo que todo e qualquer queixoso seja repreendido e punido com prisão, em caso de reincidência.

Para o ano, uma postura camarária em estudo, vai decretar o uso o, por prevaricação agravada, a punição de brigatório de tampões para os ouvidos da marca "Optimus".

A Câmara, também como medida de compensação, já deliberou pagar as operações aos ouvidos dos cidadãos que necessitarem. As ditas, serão realizadas em Cuba...do Alentejo.

Como penitência pelo evento dos dias 10 e 11 de Agosto, a Câmara decidiu aplicar sobre si mesma, por prevaricação agravada, a punição de não poder licencear eventos ruidosos até ao principio do próximo verão e uma coima , cujo valor, será entregue à futura Associação dse Surdos de Albufeira.

O PR, o único feliz comtemplado com uma medida concreta por queixa de ruído, sensibilizado e solidário com a população de Albufeira, está a ponderar voltar a morar ou na baixa ou na Sá Carneiro. A imobiliária oficial do Estado já está à procura de uma casa insonorizada.

(espero que a minha ficção contribua para alguma coisa, nem que seja para escreverem que são Mexericos e Criancices, Ah,ah, ah,...)

Eleuterio Martins - RESIVALOR disse...

A Resivalor – Tecnologias Ambientais e Gestão de Resíduos, tem com principal objectivo funcionar como um instrumento ao serviço do ambiente e, consequentemente, do bem-estar das populações, proporcionando soluções e tecnologias ambientais que poderão melhorar eficazmente a sua qualidade de vida.

A área de actuação estende-se por todo o Algarve, e o concelho de Albufeira é actualmente um dos maiores produtores de resíduos diversos, entre os quais óleos alimentares usados.

Devido ao factor da sazonalidade, a produção deste tipo de resíduos aumenta exponencialmente durante a época balnear, o que torna a sua gestão uma tarefa algo complexa.

Em Albufeira, todos os problemas inerentes à recolha, ganham proporções alarmantes durante o Verão. Os problemas referidos passam pela falta de mobilidade nas principais zonas turisticas, onde se concentram um maior número de produtores de resíduos.

Apesar disso, através de um esforço suplementar, tem sido possível acorrer a todas as solicitações. Mais não é feito na cidade de Albufeira muito por culpa dos responsáveis pelos estabelecimentos comerciais, que, quer por falta de civismo, quer por desconhecimento da legislação em vigor, preferem despejar os óleos alimentares usados directamente no sistema de saneamento, o que vai levar a problemas tanto nos próprios canos, como depois a montante, nas estações de tratamento.

A experiência e a recolha de informação, levam a apontar números algo assustadores sobre os resíduos que são despejados, sem que qualquer tipo de recolha seja efectuada.

Um estabelecimento situado numa zona mais movimentada, durante a época balnear, consegue chegar perto dos 200 litros mensais produzidos. E o número de estabelecimentos que se recusa a tratar este resíduo (devido às causas acima apontadas) é algo considerável.

Esta situação poderia ser evitada caso houvesse uma preparação prévia à época balnear, através de informação e sensibilização, que seria prestada aos estabelecimentos por parte da Câmara Municipal, sendo que é a entidade licenciadora, e em última análise, com poder para fiscalizar e autuar procedimentos irregulares.